VISÃO

Porquê inovar?

O mundo em que vivemos está em constante mutação. As nossas economias, a nossa forma de procurar informação, a forma como comunicamos. As tecnologias de informação a que estamos expostos proliferam rapidamente. A tecnologia digital é universal e praticamente imparável. Na área da educação, temos como principal preocupação o cultivo das capacidades e competências que permitirão aos nossos filhos viver com sucesso neste mundo do século XXI.

ig-vision-graphic01

É nosso dever ajudar as crianças e os jovens a adquirirem as competências que lhes permitam recolher e avaliar a informação, transformando-a e processando-a em conhecimento, tirando o máximo proveito das modernas ferramentas tecnológicas ao seu dispor. As escolas devem adaptar-se e inovar, contribuindo para a aquisição destas competências do século XXI.

O projeto Iguana concentra-se em escolas que querem inovar, mas que se deparam com resistência à mudança. O projeto pretende ajudar as escolas a desenvolverem um ambiente aberto e criativo, onde alunos, funcionários e gestores se sintam seguros e protegidos para partilhar as suas ideias, aprender uns com os outros e crescer.

Para isso, o projeto Iguana vai desenvolver uma plataforma de aprendizagem colaborativa para ajudar professores, gestores, membros da comunidade implicada e estudantes na construção das suas capacidades e competências para inovar.

Assista a este vídeo para saber mais sobre o aluno do século XXI.

Os motores da inovação
Na área da educação, temos como principal preocupação o cultivo das capacidades e competências que permitirão aos nossos filhos viver com sucesso neste mundo do século XXI. O projeto Iguana reconhece os seguintes motores da inovação:

1. As competências-chave para a aprendizagem ao longo da vida devem ser um pilar dos resultados a adquirir por via da educação escolar; em particular, a competência aprender a aprender deve tornar-se o foco principal. Este primeiro motor é útil para definir os resultados básicos da aprendizagem que proporcionem aos alunos ferramentas para se tornarem aprendizes e cidadãos ativos. Nessa base, as competências de aprendizagem ao longo da vida permitem, então, o desenvolvimento de outras capacidades que, por sua vez, reforçam as competências básicas.

2. As TIC e a aprendizagem informal dos nativos digitais. A utilização das TIC para apoiar os processos de aprendizagem e a integração da aprendizagem informal de nativos digitais devem tornar-se parte integrante da educação escolar, considerando o valor específico das TIC no apoio à aquisição de competências-chave e processos de aprendizagem/métodos de trabalho.

3. Criatividade, atitudes e competências de empreendedorismo e inovação. A criatividade e a inovação devem ser entendidas como factores transversais, necessários para a nossa realização pessoal, fundamentais para a inovação em qualquer área, e essenciais a uma dimensão social que permite interacções interculturais positivas.

4. Competências de aprendizagem intercultural. As escolas têm um papel a desempenhar no desenvolvimento de uma sociedade intercultural, equipando os alunos com competências interculturais essenciais para valorizarem a riqueza da diversidade da cultura, mas também para aumentarem a consciência da sua própria cultura. Aqueles que estão apenas familiarizados com a sua própria cultura não a compreendem realmente.